Ministro de Educação e Cultura avança com política de divulgação e promoção das datas culturais
As actividades culturais se evidenciam inúmeras vezes durante o ano em São Tomé e Príncipe e a participação dos jovens ou de outras instituições é bastante diminuta o que tem contribuído para a passagem despercebida de algumas actividades culturais e datas representativas para o país. O Ministro de Educação e Cultura, Olinto Daio anunciou na comemoração do dia do Rei Amador a preparação de uma politica de incentivo e divulgação das datas e acontecimentos culturais para, dentro de quatro meses, que todos possam participar de forma mais activa, contribuindo para o engrandecimento da cultura nacional.
Alusivo ao dia do Rei Amador, quatro de Janeiro, foi colocado uma corroa de flores no busto do herói nacional no Arquivo Histórico pelo ministro de Educação e Cultura na presença de várias entidades nacionais.
Jorge Bom Jesus, ex-ministro da Educação considerou “o dia de carregado de grande simbolismo, porque nós somos seres sociais e seres históricos, o nosso passado é determinante para o nosso desenvolvimento, social, cultural. E a projecção do futuro depende do conhecimento que nós tivermos das nossas raízes. Temos que saber honrar os nossos mártires. Aqueles que derramaram o seu sangue deram o melhor das suas vidas, para que hoje a nacionalidade são-tomense fosse uma realidade: a independência e a nossa bandeira”.
A questão de unidade, para que se consiga melhores conquistas, baseando no exemplo, Amador Viera que conseguiu mobilizar pessoas para que a sua revolta tivesse resultados, foi uma questão que o titular da pasta da cultura considerou de necessário para “nos unir, e que possa ajudar-nos a viver em harmonia. Sabemos que um dos slogans do nosso brasão nacional é a unidade e neste momento STP precisa estar unido, libertar o nosso solo sagrado que é STP de algumas situações que escravizam hoje a mente são-tomense como o egoísmo, pensar em si próprio, a preguiça, a desordem e o desrespeito são coisas que nós precisamos de nos libertar, dessa escravidão para que possamos crescer e desenvolver o país”, declarou Olinto Daio.
Mas durante toda a actividade a presença dos jovens foi muito pouca. Uma questão levantada por um dos jovens presentes no acto. Heterzize Sousa disse que o dia do Rei Amador “parece ser um dia normal, porque em termos de movimentação eu creio que as pessoas não estão a sentir que é um dia que devia ser lembrado recordado com mais vida. Basta ver o número de participantes que estava na actividade, um número que considero ser insignificante sobretudo a presença dos jovens. Para mim, Rei Amador tornou-se numa figura lendária”.
Uma tristeza, tendo em conta que já se verificou a existência de desinteresse dos jovens nas historias e nas actividades culturais. Jorge Bom Jesus considera que é altura de se pensar numa forma de envolver os jovens nestas actividades “Passar este testemunho à geração vindoura, aos mais novos para que este testemunho e sacrifício que foi feito no passado possa ser transportado também e defendido com unhas e garras no futuro. A escravatura é um flagelo condenável a todos os títulos”.
Olinto Daio, defende a ideia e avança também um plano para envolver melhor os cidadãos nas celebrações de datas e acontecimentos marcantes. “Brevemente vamos criar um conselho nacional da cultura, porque é preciso que nós reavivemos essas datas e que elas possam criar uma dimensão nacional, para que as pessoas possam se identificar com essas figuras e também com as datas que são marcantes na história do País. Não queremos que essas celebrações possam acontecer assim de modo isolado mais que seja uma comissão nacional.”
Os trabalhos, para isso, já tiveram início e dentro de três a quatro meses o governo pretende apresentar uma politica elaborada, com algumas equipas para dar os primeiros passos. A cultura, sendo de todos, não pode estar apenas sob responsabilidade e criatividade dos técnicos do Ministério da Cultura, mas sim envolver toda a sociedade civil e pessoas de outros domínios.
Euclydes Amadeu
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Cortesia do Grupo Pestana em SãoTomé e Príncipe

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14.05.2013 22:27Para quê? para nao ser publicado, porque nao somos da mesma corrente...[cen surado] ou nao [censurado]? puxa saco ou nao? ao serviço dos PT ou nao?etc, etc...guarde o seu sitio privado e và se divirtindo-se.. .. onde é a ditadura dos demais? N°1)varrer diante da sua porta, antes de dizer que a do ...


Comentários
Eusébio Pinto
Luanda - Angola
EStá em funcionamento?
Há cerca de dois anos estava em pleno funcionamento. HOje não sei o que se passa.
Encontro-me em Portugal e gostaria de obter alguma informação.
Solicito esta informação para um projecto academico que estou a desenvolver.
A todos muito obrigado.
Antonio
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