Dois preços de entrada ao Museu Nacional

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museu.1A Direcção do Museu Nacional está a praticar uma política de discriminação de preços de entrada ao Museu Nacional. Para os estrangeiros, o preço de entrada é de 50 mil dobras, enquanto os nacionais pagam cinco mil dobras.

 

 

Esta diferença de preços tem constituído motivo de algumas críticas chegadas a “O Parvo”. É assim que num contacto que tivemos com o Director da Cultura, Fernando D’ Alva, este apontou duas razões dessa discriminação de preços.

 

 

A primeira razão, conforme disse, prende-se com “a exigência na cobrança, porque é uma forma de preservar os objectos ali expostos”. A segunda que se relaciona com a diferença de preços entre nacionais e os estrangeiros, justifica-se porque “nacionais têm fraco poder de compra e os estrangeiros têm mais poder de compra”, disse Fernando D’Álva.

Abigilda Neto

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Comentários   

 
Lupuye
+3 # Lupuye 14-02-2012 17:09
Essa politica de precos e praticada em varias partes do mundo e concordo absolutamente com ela. Se realmente queremos fazer com que os nacionais visitem o nosso museu e conhecam um pouco da nossa historia (que para muitos ainda e coisa desconhecida) entao temos que praticar esse tipo de preco. O nosso poder de compra nao se compara, nem de longe, com o poder de compra dos turistas.
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Anca
-2 # Anca 14-02-2012 17:25
Em termos de cobranças de tarifas, jamais deve haver discriminação dos preços entre cidadãos, sejam eles, nacionais ou estrangeiros, por sua cor, origem, credos, paixões políticas ou condição social.

Estes motivos violam a leis de cobrança de tarifas; e a constitucionali dade, das mesmas;

"A primeira razão, conforme disse, prende-se com “a exigência na cobrança, porque é uma forma de preservar os objectos ali expostos”. A segunda que se relaciona com a diferença de preços entre nacionais e os estrangeiros, justifica-se porque “nacionais têm fraco poder de compra e os estrangeiros têm mais poder de compra”, disse Fernando D’Álva."

Pois que para isso, séria necessário, haver a apresentação, de uma declaração de rendimentos juntamnete com uma declaração de origem.

O que na prestação de qualidade de serviço, neste caso lazer e cultura é inadmissível, num estado de direito.

Pratiquemos o bem

Pois o bem

Fica-nos bem

Deus abençoe São Tomé e Príncipe
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balado
+1 # balado 15-02-2012 12:09
em grandes museus europeus menores de 25 anos estudantes, desempregados, déficientes...e ntram gratuitamente nos museus, qual é o blema?
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Jony Cruz
0 # Jony Cruz 18-02-2012 22:21
é muita ignorancia criticarem isso, visto que isso é practicado em várias partes do mundo.

Poder-se-a exceptuar áqueles extranjeiros casados com nacionais e que ali residam, apenas isso.

Fui a Sao Tomé com a minha esposa há 2 anos e observei essa práctica de precos e entendi perfeitamente, porque ela é turista e foi como tal, caso lá residisse, pois consideraria justo reivindicar por ela também, atendendo que é casada comigo e caso lá residissimos.

Portanto quem é netamente turista e extranejeiro, deve pagar sim 50 mil dobras. O director da cultura nem devia perder tempo em manobrar discursos inseguros em defesa da accao, se nao que defende-a como natural em qualquer estado que é soberano e se auto-determina tanto a sua soberania, bem como a salvaguarda e valoracao do seu patrimonio e obtencao de ingresso.
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