Carlos Gomes Júnior da Guiné-Bissau pede apoio de Manuel Pinto da Costa

Nos contatos para a reposição da ordem constitucional no seu país, o primeiro-ministro deposto da Guiné-Bissau, Carlos Gomes Júnior encontrou-se, esta quarta-feira, com o Presidente da República, Manuel Pinto da Costa no Palácio do Povo. Júnior quer apoio de do Presidente da República de SãoTomé e Príncipe e apelou a intervenção pessoal de Pinto da Costa junto à CPLP e demais organizações internacionais, para impulsionar a reposição da legalidade naquele país irmão.
“Temos que dialogar, eu penso que camarada Pinto da Costa vai junto da CPLP e demais organizações sub-regionais fazer tudo para que volte a legalidade constitucional na Guiné-Bissau. É este apoio que vim solicitar. Como São Tomé e Príncipe é membro ativo da CPLP, pensamos com a sua experiência Pinto da Costa poderá ser bastante útil à Guiné-Bissau”, disse Carlos Gomes Júnior à saída do encontro.
Embora verificar-se alguma lentidão das organizações internacionais na resposta, a situação política da Guiné-Bissau, Carlos Gomes Júnior está esperançoso na reposição da legalidade no seu país e a continuidade do processo eleitoral interrompido pelo golpe de Estado. O primeiro-ministro deposto disse que tem compromissos com o povo guineense, uma vez que foi eleito Presidente da República com 49 porcento de votos aquando da última eleição presidencial na Guiné-Bissau banalizada pelo golpe de Estado militar.
“Eu fui vencedor da primeira volta das eleições presidências, vamos continuar a trabalhar e a exigir a continuidade de todo esse processo eleitoral que foi considerada pela autoridade internacional como justa, livre e transparente”, reafirmou o Primeiro-ministro deposto.
Para além de ser eleito Presidente da República daquele país irmão na primeira volta da última eleição presidencial, Júnior é Presidente do PAIGC, um dos maiores partidos políticos da Guiné-Bissau. Não obstante a situação vivida durante o golpe, Carlos Gomes disse que vai continuar a vida política e está à espera apenas da reposição da normalidade, para regressar à Guiné-Bissau.
“Logo que estiverem criadas as condições, eu como responsável máximo do PAIGC e primeiro-ministro legítimo, voltarei a Guiné-Bissau para continuar a dar o meu contributo para que haja paz e estabilidade no país”, concluiu.
Nelson Silva
Cortesia do Grupo Pestana em SãoTomé e Príncipe

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21.05.2013 08:30Trata-se simplesmente de um CRIME ! Gabao é o lugar dos cambalachos, todos os BENS de STP aterram ai... Os ocordos confidências empre existiram em todo o dominio...até mesmo de tràfico de crianças!!!! HO-R-R-OR...... ..


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