SãoTomé e Príncipe passou a ser zona vulnerável às catástrofes naturais

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erosaoO Conselho Nacional da Prevenção e Resposta às Catástrofes (CONPRAC) ao fazer um levantamento sobre a situação do País face às catástrofes naturais conclui que São Tomé e Príncipe passou a ser uma zona vulnerável às catástrofes naturais ao deixar de ser ameaçada por esse flagelo natural.

Cecílio Quaresma, presidente deste conselho disse que “São Tomé e Príncipe deixou de ser uma zona de ameaçada pelas catástrofes naturais e passou a ser vulnerável. Hoje toda a zona costeira do país está a ser fustigada pelas ondas no mar. Se eu te mostrar o mapa de São Tomé e Príncipe, hoje já não somos 1001 quilómetros quadrados, estamos mais reduzidos”, explicou.

Na busca de vias para divulgar uma série de informações sobre a situação de São Tomé e Príncipe em relação às catástrofes naturais, o CONPRAC entregou esta segunda-feira ao Presidente da Assembleia Nacional, Evaristo de Carvalho um conjunto de documentos que relatam as condições actuais do País sobre esta matéria.  

O objectivo é fazer os documentos chegarem aos deputados, e através deste fazer a disseminação dessas informações. Segundo Cecílio Quaresma, neste momento existem dois cenários de catástrofes em SãoTomé e Príncipe, sendo uma antropógenica, ou seja, provocada pelo homem e outra natural. Uma situação que exige a conjugação de esforços para travar as tendências negativas.

“Em São Tomé nós de vez em quando ouvimos alguns discursos políticos que podem provocar algum descontentamento da população. Isto pode provocar manifestações e pode conduzir a fome, que é também uma catástrofe. Várias catástrofes são provocadas pelo comportamento dos homens”, concluiu o presidente do CONPRAC.

O CONPRAC é um dos organismos do Ministério da Descentralização, criado em Maio de 2011 e, um dos seus primeiros trabalhos, foi a criação de vários comités de risco sobre catástrofes naturais e fazer um levantamento completo da situação actual do País, face à problemática de catástrofes.

Nelson Silva

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Comentários   

 
Anca
0 # Anca 17-07-2012 16:27
É necessário eurgente no presente, o Ordenamento do Território.

Com Planos de Ordenamento do Território a nível nacional,que deve ter por base á lógica dos planos dos diferentes, Distritos, e a Região Autonoma.
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Anca
0 # Anca 17-07-2012 16:28
Planos Municipais,que devem definir, o uso dos solos, os princípios para a gestão das cidades e dos luchans; as povoações devem ser organizadas por planos operativos que regulem e ordenem o seu modo vivendi,a sua estrutura construída, os seus edifícios, e que definam coerências para a localização das diferentes funções que neles coexistem – a Indústria, o comercio, a habitação ou a agricultura, as pescas, a estração de areia, etc, etc...
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Anca
0 # Anca 17-07-2012 16:37
Planos de Urbanização, Planos de Pormenor ou de Salvaguarda-Cos teira, a escalas diversas, que delimitem e desenhem as redes que estruturam e definem a espansão, crescimento e desenvolvimento da Urbe, do Território, do Mar e da População - logo o País.
É preciso um novo ordenamento/nor mas jurídicas, no que diz respeito, á Ordenamento do Território, neste caso com enfâse, na erosão costeira.
Pratiquemos o bem
Pois o bem
Fica-nos bem
Deus abençõe São Tomé e Príncipe
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