Lançamento do Livro “Agostinho Neto e a Libertação de Angola” marca 90º aniversário deste líder

A netoA obra retrata a trajetória de vida daquele que lutou para a libertação do povo angolano e não só. É uma obra de cinco volumes e mais de novecentas páginas intitulada, “Agostinho Neto e a Libertação de Angola” em homenagem ao fundador da nação angolana.

No ato de lançamento da obra que se realizou, 17 de Setembro na empresa agrícola batizada com o seu nome, Mário Pinto de Andrade, membro da Fundação Agostinho Neto saudou os presentes para depois dizer que Agostinho Neto, neste acto de comemoração dos seus 90 anos de nascimento, “foi líder da luta de libertação de Angola; o Presidente Doutor António Agostinho Neto quem me convidou em conjunto com a Doutora Eugénia Neto para fazer o lançamento da obra, “Agostinho Neto e a Libertação de Angola, 1919-1949 nos arquivos da Polícia Portuguesa da época colonial já extinta - PID”.

O embaixador angolano foi franco em dizer que a comunidade angolana “não vai tirar proveito desta obra rica em informações sobre líder da libertação angolana, pelas características dos descendentes angolanos cá no país”. O livro que está sendo vendido a duzentos dólares em Angola, foi ofertado aqui no País às entidades governamentais e instituições como Arquivo Histórico, Casa da Cultura e outras, para as futuras investigações.

Alda Espírito Santo homenageada no Liceu Maria Manuela Margarido

AldaFoi com casa cheia que Alda Espirito Santo foi homenageada, esta segunda-feira, na escola secundária Maria Manuela Margarido, em Piedade. A iniciativa da direcção da escola encontrou eco junto dos alunos, que para além de elaborar jornais de parede reflectindo a imagem da matriarca são-tomense e declamaram poemas em homenagem aos feitos da poetisa.

Os poemas da autoria dos alunos, foram os que fizeram parte do pequeno concurso organizado pela direcção da escola. Houve prémios de participação e os alunos a receberam também alguns livros fruto da contribuição de alguns escritores são-tomenses, como é o caso de Albertino Bragança.

 

Dois preços de entrada ao Museu Nacional

museu.1A Direcção do Museu Nacional está a praticar uma política de discriminação de preços de entrada ao Museu Nacional. Para os estrangeiros, o preço de entrada é de 50 mil dobras, enquanto os nacionais pagam cinco mil dobras.

 

 

Esta diferença de preços tem constituído motivo de algumas críticas chegadas a “O Parvo”. É assim que num contacto que tivemos com o Director da Cultura, Fernando D’ Alva, este apontou duas razões dessa discriminação de preços.

 

 

João de Ceita Leite: novo cantor são-tomense a prometer sucessos na vida musical

João de Ceita LeiteÉ este jovem cantor, João de Ceita Leite, de 23 anos de idade, que nasce na vila de Bombom, a prometer sucessos futuros na vida musical. “Daniel Leite”, seu nome artístico, começou esta carreira musical em Novembro do ano passado, com o lançamento do seu primeiro disco intitulado, “ Quê Numigo” e “Galo Cantá”.

Este disco, com duas músicas, tem dois estilos, Rumba e Kizomba, respectivamente que contou com a colaboração da sua mãe, Maria da Gloria. Segundo João Leite, a sua paixão pela música nasceu há três anos e só realizou o sonho no ano passado, com o apoio de Dico Mendes. Disse ainda que tem previsão de ir mais além e, em meados deste mês, irá pedir apoio ao UNICEF, Banco Internacional de SãoTomé e Príncipe (BISTP) e PNUD.

O cantor no seu primeiro álbum faz saber que essas músicas em Rumba e Kizomba despertaram muita atenção ao público, com destaque para o “Galo Cantá”. E, com o objectivo de preservar a cultura, o jovem cantor da vila de Bombom tem perspectivas para meados de 2012 lançar o segundo disco “A vida de Tuna e Sentimentos”.

Abigilda Neto

Câmara de Mé-Zóchi lança obra para construção de monumento em Batepá

Está em construção na zona de Batepá, o primeiro monumento, para simbolizar um dos principais acontecimentos históricos de São Tomé e Príncipe: o massacre de 1953.

Depois de 69 anos do massacre de Batepá, surge uma primeira iniciativa de construção de um monumento no local para simbolizar este grande acontecimento histórico do País, que teve o seu início na referida localidade. As obras da responsabilidade da Câmara Distrital de Mé-Zóchi, começaram semana passada numa zona carregada de simbolismo histórico de luta contra a opressão colonial portuguesa.

É uma zona que eu considero com três pontos muito importantes, 11 de Julho é aqui que parte a chama da pátria, dia três de Fevereiro onde as pessoas se reúnem para o nojo em memória dos mártires da liberdade e também sobre a história de massacre da Batepá. E nós decidimos simboliza-lo com um monumento”, disse Nelson Carvalho, presidente da Câmara de Mé-Zóchi.

Cortesia do Grupo Pestana em SãoTomé e Príncipe

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